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GT do Amianto na luta e Supremo na sombra do poder econômico

17/08/2017 às 23h42 Atualizada em 17/08/2017 às 23h55
Por: INÁCIO TEIXEIRA Fonte: Inacio Teixeira
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GT do amianto e IFBA na Mina de São Félix. Foto: Inácio Teixeira/Coperphoto
GT do amianto e IFBA na Mina de São Félix. Foto: Inácio Teixeira/Coperphoto

Hoje (17/08) em Brasilia a relatora da ação no STF, a ministra Rosa Weber votou para proibir a exploração e do amianto no Brasil. A ABREA-Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto, informou que, entre 2008 e 2011, houve mais de 25 mil internações no sistema público de saúde por causa do amianto, com custo de quase 300 milhões de reais, o que reforça a tese de que não há método seguro quando se trata do amianto. La no supremo a nossa imbatível guerreira Fernanda Giannasi acompanhava cada fala e cada voto, até o momento em que a ministra Carmem Lucia suspendeu a sessão que será  reiniciada na próxima quarta-feira 23.

Em Bom Jesus da Serra, o berço do amianto brasileiro, bem alí na Fazenda São Félix, onde foi instalada a primeira mina de amianto no Brasil. A Mina de São Félix do Amianto uma empresa Franco Suíça chamada S.A. Mineração de Amianto que em 1937 começou a exploração comercial do amianto crisotila, um grupo de ativistas, engenheiros, professores, doutores e estudantes do IFBA-Instituto Federal da Bahia, servidores municipais da área de saúde e meio ambiente estavam reunidos com o GT do amianto e a AVICAFE- Associação das Vítimas Contaminadas pelo Amianto e Famílias Expostas, tratavam de um plano de luta.  É um projeto em conjunto com o IFBA com objetivos de saúde social e reparo ambiental.  Galeria de fotos

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