
Depois de receber o apoio das Universidades públicas, ontem (25/07) a AVICAFE esteve nas universidades privadas. Primeiro foi à FAINOR que reuniu seu quadro diretivo para receber o grupo de militância do combate ao amianto. Estiveram presentes: Neilma Bastos, Eduardo Pereira Gama Filho, Selma Macedo, Raymundo Vianna, Edgard Larry Andrade Soares, Iagno Andrade, Joseval Andrade e Jânio Rocha. Recebemos apoio na área cientifica e de pesquisa. Sobreo I Seminário do Sudoeste Baiano sobre o Amianto, que se realizará em setembro a FAINOR colocou –se a a inteira disposição, disponibilizando o departamento de Marketing para criar as peças de divulgação do evento.
Na FTC, o diretor Sérgio de Souza Magalhães, de pronto apoiou a nossa luta, nos mostrou a nova norma do MEC que exige uma atenção das instituições privadas exigindo atuações em mais de 10 itens, incluindo ações sociais e ambientais em especial e foi taxativo com preocupações que busca cuidados com os jovens e os riscos da saúde desde o ensino médio até a universidade. O diretor foi convidado a conhecer de perto os nossos problemas, e quer participar efetivamente do movimento.
As Faculdades Santo Agostinho (FASA), representada pelas professoras Isamary Roberta e Leidiane Santos recebeu a AVICAFE juntando-se santificadamente, oferecendo alunos da saúde coletiva e do curso de engenharia civil como parceiros a agentes pesquisadores na busca de solução social e ambiental dentro da nossa comunidade. Interessou-se pelo seminário, oferecendo seu sistema de certificação online e ajuda na organização.
O fechamento do dia foi no MPF- Ministério Público Federal- com uma reunião da AVICAFE, UFBA, IFBA e UESB onde as partes se apresentaram . A UFBA representada pelo seu Diretor geral do pólo de Vitória da Conquista, o Professor e escritor Orlando Caires, da UESB ,pelo o Sr. Reitor Luiz Otávio de Magalhães e um grupo de professores, mestres em saúde e meio ambiente, o IFBA pela professora e combatente Orleane Brito, ambientalista disposta e engajada na luta contra o amianto, e em especial a sua dedicação e preocupação com a reparação ambiental adiantou que já fez coleta de solo e água da área degradada para analise, e que a instituição tem conhecimento cientifico e recursos humanos que poderão ajudar na questão ambiental. Falou da organização e mostrou o projeto do Seminário. Todos se mostraram sensibilizados com a causa social, colocaram seus departamentos como parceiros nas nossas questões e abraçaram a causa social como um problema que deverá se combatido, discutido e solucionado em grupo, ou seja, todas as instituições poderão contribuir com estudos pesquisas e ações.
Foi unânime o entendimento da dimensão do problema, a responsabilidade social e contribuição de cada um no processo. Sobre as dificuldades em exames de espirometria apresentadas pelo departamento saúde por falta de equipamento, encontramos uma meia solução que está sendo estudada. A associação pesquisou custos de exames e de equipamento, a UESB ofereceu o corpo clínico e espaço ambulatorial e vamos levar ao Ministério Púbico do Trabalho (MPT) para quem souber fazer a compra do espirômetro, doar para a universidade e lá seriam feitos todos os exames, não só da nossa população exposta como do público em geral.
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